Esta que é
possivelmente a raça mais popular em todo o mundo teve como critério de
selecção a capacidade para guardar, mas hoje é graças ao seu apego aos donos
que tem um lugar marcado em milhares de lares do nosso País.
O nome da
raça vem de "Deutsche Schàferhund", fixado por von Stephanitz, que
em 1899 fundou o clube alemão da raça. Nessa altura, a Alemanha era terra de
pastores e fez-se cruzas com base em variedades locais de cães de pastoreio
para criar um cão de utilidade altamente qualificado.
O nome “ Cão
de Pastor Alemão” deriva do termo “Deutsche Schäferhund” fixado pelo capitão de
cavalaria Max von Stephanitz quem fundo o Verein für Deutsche Shäferhunde S.V.
(clube Alemão da raça) em 1899 data em que o estalão da raça foi aprovado em
Frankfurt Alemanha, mantendo-se este até aos nossos dias com algumas mudanças
ligeiras. A Alemanha em finais do século XIX era terra de pastores e com bases
em variedades locais de cães de pastoreio das zonas de Württemberg, de Turingia
e de Sajonias fizeram-se cruzas. Com paciência e a base dessas repetidas
cruzas, foi então levado a cabo muitos planos de cria, com resultados diversos
para tentar eliminar os defeitos fixando as virtudes de cada uma das variedades
existentes no intuito de criar um cão de utilidade altamente qualificado. A
história do cão de pastor alemão começa a aproximadamente 100 anos com 200
marcos que o Richtermeister Max von Stephanitz pagou ao criador Württemberg
Eiselen (proprietário do Canil Von der Krone), por um cão já adulto (de facto
nascido em 1895), procedente de Turingia, e pelos serviços prestados de um
criador chamado Sparwasser. Este cão, de nome Hector Linkstein, foi inscrito
com o número 1 no livro de cria do Richtermeister Von Stephanitz, o qual lhe
mudo o nome passando a chamar-lhe Horand v. Grafrath, o qual era então de sua
propriedade. Nas proximidades de Augsburg, Horand foi um elemento determinante
para a cria daquela época, ele mesmo favorecido pelo facto de ter sido registado
no livro de cria foi motivo da apaixonada descrição que de ele von Stephanitz
fez dando assim origem ao primeiro estalão da raça reconhecido.
Evidencia
ponderação, equilíbrio, autoconfiança. Vigilante, dócil, corajoso, com carácter
equilibrado e instinto de combate. Obediente, extremamente fiel, possui um dos
melhores faros. Vivo, alegre, leal, caracteriza-se pela franca capacidade de
aprendizagem dotado de um incondicional gosto em obedecer, sendo estas as
características que o convertem num cachorro de grande versatilidade com
apreensão rápida.
A história do Dobermann, apesar de envolta de mistérios, é,
antes de tudo, um fascinante enredo: um enredo porque lidar com qualquer tema
histórico, e especialmente com uma raça específica de cão, sempre desperta
curiosidade; fascinante porque, traçando os ancestrais de um cão, os resultados
podem ser educacionais e favorecem a elaboração e programas corretos de
criação. Trata-se de uma raça bastante recente criada na alemanha em 1860. Seu
criador: Louis Dobermann, um coletor de impostos e taxas, amante de cães,
principalmente de animais agressivos, utilizou métodos planejados para chegar
ao resultado final de sua criação.
Cansado de ser assaltado por ter que atravessar lugares
infestados por bandidos para cumprir seu trabalho. Estudou durante toda a sua vida
para selecionar as várias raças necessárias para produzir o seu cão de guarda
ideal. Sem dúvidas, visava um animal de uma estrutura tal que afastasse os
intrusos e agisse como ificiente guarda. Também preferia cães de pelagem curta
e uniforme, que dispensasse maiores cuidades, e acima de tudo, devia visar
estamina, inteligência e sentido de alerta, de modo que, como seu companheiro,
pudesse acompanhá-lo nas muitas horas exigidas por seu trabalho. Naquela época,
exisia o Pinscher alemão, que era, de acordo com fotos, um cão relativamente
difícil de se descrever. Contudo, o Pinscher tinha a reputação de ser agressivo
e alerta, e foi em torno desta raça que Luís Dobermann edificou sua linha de
sangue.
O Rottweiller, que as pessoas conhecem como um cão maciço,
sólido, famoso por sua estamina e força de rastreio, também foi introduzido na
linhagem, e ainda hoje em dia vemos, ocasionalmente, alguns Dobermanns com
aquela pelagem ligeiramente ondulada, herdada do rottweiller. O fato é,
contudo, que o Rottweiller ajudou muito o Dobermann a chegar ao que é. Os
aficionados, que trabalham seus cães, devem apreciar profundamente o raciocínio
de Luís ao decidir introduzir o sangue de um animal tão inteligente na sua
linhagem.
Atualmente, a raça é conhecida apenas como
"Dobermann", ela foi até 1957, conhecida e registrada em vários
países como "Dobermann Pinscher". O The Kennel Club autorizou a
retirada da palavra "Pinscher" quando ficou provado que sua tradução
literal do alemão significa "Terrier", a cujo tipo de cão os
Dobermanns de hoje não se parecem ou encaixam de modo algum. É unanimamente
aceito que o Manchester Terrier, que àquela época provavelmente era maior que
os exemplares que vemos hoje, também foi utilizado na evolução da raça
Dobermann, conferindo a pelagem curta e brilhante com as marcações ferrugens.
Sem dúvida alguma, o sangue do Manchester Terrier contribuiu para o refinamento
e elegância de linhas. Foi introduzido o sangue do cão francês Beauceron, que
contribuiu para o tamanho e a cor. O Beauceron, ou cão de Beauce, que é um cão
de guarda alerta, sólido e distinto.
Sobre os estudos de Fred Curnow, está convencido de que o
Pointer inglês ou alemão (não vem ao caso), também foi utilizado, quando Luís
Dobermann estava vagarosamente produzindo o seu ideal
Não há dúvidas que Luís, apesar de satisfeito com o
temperamento que criara seus cães, não estava exatamente encantado com a falta
de estilo que todo amante de cães admira, e é razoável acrediar, vendo o
gracioso e nobre animal que temos atualmente, que algum refinamento lhe foi
adicionado por Luís Dobermann ou, mais provavelmente por seu sucessor otto
Goeller. Isto poderia ter sido feito por meio do Greyhound, possivelmente
preto, por causa da altura adicional, estamina e incrível velocidade inerentes
ao mesmo tempo
Muitas coisas, boas e ruins, já foram ditas sobre o
Dobermann, algumas vezes por ignorância, outras pela cegueira do amor. Tentemos
examinar o caráter dessa raça verdadeiramente grande, de modo que aqueles que
já conhecem os Dobermanns possam entendê-los melhor. Os proprietários de
Dobermanns já conhecem a lealdade fanática da raça, visível desde o momento em
que o filhote entra na sua casa. Ele adora andar no seu carro, dormir no seu
lar, correr no seu jardim, é brincalhão e toma conta de suas crianças. Pelo
menos é assim que você pensa. Pouco tempo depois, é você quem anda no carro
dele, ele lhe permite que desfrute de sua casa, brinca em seu próprio jardim e
protege as crinças que são dele. A você cabe apenas providenciar as amenidades.
É este senso de responsabilidades que leva o Dobermann a estimar a família, que
o transforma no maior cão de guarda do mundo. Talvez a característica mais
dominante da raça seja o sentido de alerta. Seus olhos, sua mente, sua ação e
aparência estão plenos dessa qualidade. Um senso de humor também é comum à
maioria dos Dobermanns. Muitos, inclusive, chegam a sorrir, quando estão bem
humorados. Outros costumam trazer presentes firmemente seguros na boca para seu
dono. O doberista Fred Curnow já comparou diversas vezes o Dobermann a um
cavalo puro sangue. Quando se vê a elegância, a graça, a dignidade, a força e o
balanceamento dessa raça, o paralelo torna-se óbvio. Incidentalmente, o
Dobermann, com sua linha definitiva, nobre e elegante, é atualmento um dos mais
lindos animais do planeta
Um Dobermann, por ser um cão de dissuasão, não é um valentão
insolente nem possui um caráter doloso, mas se for atacado por outro cão ou por
qualquer pessoa mal intencionada, então seu espírito de luta é imediatamente
acionado, em geral com maus resultados para seu oponente. Sempre em guarda
contra estranhos, ele, contudo, os aceita em sua casa, desde que acompanhados
por uma pessoa da família, mas sempre procurará manter uma vigilância discreta,
zelando para que nada ocorra. A estrutura do Dobermann favorece sua tremenda
força, a qual, aliada à sua grande inteligência e habilidade em rastreio,
transformam-no num cão de guarda e de polícia ideal.
Devotado companheiro da família, evoluiu durante os anos
para o prazer e benefício do homem. A fama do Dobermann nào convida a
intimidades: a rapidez de reflexos e a agilidade no ataque (versatilidade), sua
força, inteligência, alertidão e dignidade, são características que o
conduziram à galeria "RAÇAS CONSAGRADAS", ao mesmo tempo em que
serviu para forjar uma imagem distorcida sobre a sua verdadeira personalidade e
que hoje está totalmente desfeita: a de que o Dobermann ataca indistintamente.
Ao contrário, temperamento equilibrado e firme controle de nervos são traçados
de seu caráter que o recomendam como um cão dos mais desejáveis no mundo
inteiro. É desnecessário dizer que, ao menos que sinta amor e admiração pelos
animais, é um erro ter um cão, ou pior ainda, vários. Um cão de raça não é, de
modo algum, um símbolo de status; ele exige tempo e paciência e requer uma boa
dose de cuidados.
Queria falar do meu Boxer Max, meu amigo.
Dizem que o ser humano não aceita a doença, que não esta preparado para sofrer.
O meu cachorro esta doente, ele quietinho, se você não repara nele, parece que ele não esta aí, de tão silencioso.
A ideia deste espaço originalmente era a de mostrar os mais formosos animais da face da terra, sem misticismo, sem filosofia, na verdade pensei em criar este blog para dar risadas, para admirar-se, mais, você saiba me perdoar, o Max, esta neste momento mais uma carência do ser humano, que é a de não saber sofrer em silencio, e não suportar a dor sem perder a dignidade.
O Max é assim, digno ate na doença, manso ate no momento da dor, e nesse momento vejo, que se ate hoje eu já admirava esses anjos de pelo, a partir de hoje, mais eu passo a me render a essa admiração.
Sabe? No principio me deu raiva, o Max me ensinou que isso não adianta, depois eu chorei, o Max me observou com seus olhos úmidos, e ali aprendi a aceitar.
Ele esta descansando debaixo da janela do quarto, como que dizendo_ veio, eu saio desta, mais como eu sei da tua preocupação, eu fico aqui, para vc me ver, cada vez que olha pela janela.viu?_
O veterinário, não quiz me dizer, ou sei lá, pode ser meu fatalismo, mais, se o Max vai embora, então ja estou pronto pro Max 2.Pois, o que é a vida sem amigos?
E se ele passa por essa, então com certeza, será por mais um aoutra coisa que o céu vai esperar, porque é para lá, que vão os anjos peludos, quando são chamados, para um ceu, só para eles, com a diferença que eles já nascem merecendo, pelas ensinanças prestadas.
A cativante beleza e o temperamento maravilhoso de um
Bernese Mountain Dog torna-o um cão intrigante, por possuir características tão
incríveis e qualidades ímpares. A cada dia esta raça nos permite descobrir um
pouco mais sobre eles. Conhecer a fundo um bernese é uma experiência a longo
prazo, com novas sensações a cada dia. Privilégio único de seus
Donos orgulhosos sempre falam com entusiasmo de seus
berneses, referido-se diretamente à origem da raça, a elegante Suíça. Mesmo
conquistando maior espaço, os berneses continuam sendo cães exclusivos. Apesar
de ser uma raça muito desejada, encontrar um bernese é ainda um privilégio para
poucos. Mas quando isso ocorre, desperta atenção e curiosidade daqueles que
ainda não estão familiarizados com a raça.
Você vai perceber com o tempo, que uma simples caminhada com
seu bernese pode se tornar um passeio muito tumultuado. O grande porte deste
cão desperta a atenção e um certo receio à primeira vista, mas, logo em
seguida, sua carinha meiga e seu olhar carente deixam de lado qualquer
desconfiança e dão lugar a uma vontade incontrolável de fazer carinho e de
passar a mão na sua pelagem majestosa. Ah! E você já pode ir se acostumando com
comentários ingênuos como: "É um São Bernardo preto?", "Olha,
mamãe, o Beethoven!"
Por essas razões, e somado a sua incontestável fotogenia, o
Bernese Mountain Dog tem se tornado uma das raças favoritas para propagandas,
anúncios e campanhas publicitárias. Esse fato desperta ainda mais a curiosidade
das pessoas pela raça.
Ter um Bernese em casa é poder desfrutar com prazer das
coisas boas da vida! Ter um bernese ao seu lado, é ter a certeza de que você
estará interagindo com alguém que o respeita e o ama acima de tudo. Eles são
muito fofos!